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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Informática na Educação Brasileira. Análise Contextualização histórica

Informática na Educação Brasileira
Análise e contextualização histórica
         A história da tecnologia e seu uso na sala de aula no Brasil, e em uma análise baseada numa contextualização histórica, numa relação ser humano-máquina-realidade, examinando o uso das novas tecnologias na educação, como também aspectos da aula que podem ser ampliados ou reduzidos com os recursos da informática, bem como mostrar a realidade das políticas publicas brasileiras no setor.
          Mas ainda existem barreiras extremamente importantes a serem enfrentadas. Uma delas é a grande desigualdade social no Brasil, que dificulta consideravelmente o acesso a uma educação mais justa, democratizada e evoluída. Outra é que faltam ainda professores preparados para utilizar essas novas ferramentas em sua prática pedagógica, buscando um aprendizado mais dinâmico e significativo.
       Mesmo nos países como Estados Unidos e França, locais onde houve uma grande proliferação de computadores nas escolas e um grande avanço tecnológico, as mudanças são quase inexistentes do ponto de vista pedagógico. As mudanças pedagógicas são sempre apresentadas ao nível do desejo, daquilo que se espera como fruto da informática na educação. Não se encontram práticas realmente transformadoras e suficientemente enraizadas para que se possa dizer que houve transformação efetiva do processo educacional como por exemplo, uma transformação que enfatiza a criação de ambientes de aprendizagem, nos quais o aluno constrói o seu conhecimento, ao invés de o professor transmitir informação ao aluno. Existem outras barreiras que nem o professor nem a administração da escola conseguem vencer sem o auxílio de especialistas na área. Com o passar dos anos, vemos a tecnologia ganhar cada vez mais espaço no mundo. Hoje grande parte das coisas que possuímos, adquirimos através dela. O uso dos computadores está cada vez mais presente nos supermercados, nas lojas, indústrias, agricultura… No entanto, não tão presente nas escolas. A educação não pode ficar de lado, já que sabemos que um indivíduo precisa dela para sua formação, sendo essa formação de real importância, devendo ser integral e preparatória para a sua vida. Apesar da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em vigor desde 1996, já preconizar a necessidade da “alfabetização digital” em todos os níveis de ensino, do fundamental, do médio e ao nível superior.
  As novas tecnologias só terão sentido a partir de uma mudança da postura pedagógica do professor e com um repensar deste sobre sua própria prática, conceber que existem outras maneiras de explorar e representar o mundo. Tecnologias na escola envolvem não somente garantir a presença dos meios em sala de aula, mas, principalmente garantir sua integração nos processos curriculares. Desta forma não podemos esquecer que os professores são sujeitos que possuem suas próprias maneiras de entender a prática e de implementá-la.
  Para efetivar o processo de incorporação do computador como mídia na educação são necessários basicamente quatro elementos fundamentais: o próprio computador, os softwares educativos, o professor preparado para utilizar-se do computador como mídia educativa e o aluno motivado para uma nova forma de aprender.
   São as concepções e competências profissionais que irão definir o uso que irão fazer de qualquer meio, tecnológico ou não, na escola. Além desse aspecto, a Informática educacional como se pode notar, deve fazer parte do projeto político pedagógico da escola, projeto esse que define todas as pretensões da escola em sua proposta educacional.

BIBLIOFRAFIA

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